quarta-feira, 4 de abril de 2012

Bullying não combina com escola

Mariana Rodrigues Ferreira

Pretendendo a promoção de um espaço no qual possa ser estimulado o debate entre pais, alunos e professores diante de uma temática cada vez mais presente nas escolas, que é o bullying, nossa proposta envolve o esclarecimento das características e conseqüências do bullying tanto para o agressor, quanto para o agredido, e poderá ser realizado com alunos de todos os anos, incluindo os pais, professores e funcionários, com duração de um encontro.   

Justificativa 

Acreditamos que a participação dos diversos setores envolvidos na problemática (alunos, pais, professores, e funcionários em geral) nos aproxima uns dos outros, e através de uma multiplicidade de visões, poderemos transformar a realidade experienciada. 
Trata-se de uma forma de potencializar as ações a serem postas em práticas, envolvendo a todos em um mesmo objetivo. 



Objetivo 

A intervenção pretende principalmente o envolvimento de todos os participantes na construção de novas práticas de convívio com o outro, através da informação quanto às características do problema debatido e orientação quanto às modificações a serem realizadas. 

A intervenção proposta busca, através de seus participantes, a possibilidade de uma responsabilização pelas ações individuais e coletivas, e a discussão quanto a questões importantes para o desenvolvimento do indivíduo, como, por exemplo, a forma através da qual se socializa, permitindo assim a ressignificação das práticas sociais dos envolvidos. 



Objetivos específicos 

· Problematização das relações humanas no que diz respeito ao contexto escolar e social da criança. 
· Ênfase no crescimento e desenvolvimento da criança. 
· Orientação de familiares e professores sobre a maneira mais adequada para lidar com as dificuldades educacionais. 

Freqüência 
Um encontro 

Forma de avaliação 
· Retorno dos participantes 
· Avaliação dos coordenadores 

Metodologia 
Trabalharemos as características do bullying e dos envolvidos em sua prática. Buscaremos confrontar a idéia de uma “simples brincadeira” com os sofrimentos psíquicos causados a curto e longo prazo. Serão comparados os sentimentos do agressor e do agredido, fazendo com que o agressor se coloque, mesmo que por um instante, na posição do agredido.

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